Retirar o glúten da alimentação está em alta! Mas o que é e por que devo evitá-lo?

O glúten é uma proteína presente no trigo, cevada, centeio, aveia e malte e todos os alimentos que usam esses ingredientes em sua composição, como pães, bolos, massas, cerveja, dentre outros.

Algumas pessoas têm dificuldade e/ou incapacidade de digerir esta proteína e, por este motivo, são consideradas intolerantes ao glúten. Esse distúrbio, conhecido também por Doença Celíaca, reduz a absorção dos nutrientes e causa sintomas como diarreias, perda do apetite, dores abdominais, anemia, perda de peso, entre outros. Nesse caso, os alimentos fontes de glúten devem ser substituídos por alimentos de semelhança nutricional, como farinha de arroz, fécula de batata, polvilho, fubá, amido e farinha de milho, tapioca, farinha de mandioca, trigo sarraceno, amaranto e quinoa.

Quem não apresenta essa intolerância não tem necessidade de cortar o glúten da alimentação, pois essa retirada torna-se difícil pela grande quantidade de alimentos que o contêm em nosso dia-a-dia. Mas algumas pessoas que evitam seu consumo percebem resultados benéficos no organismo, devido à uma sensibilidade em menor grau. Nesses casos, não é necessária a retirada total do glúten, podendo substituir alimentos que o contenham por um determinado período.

Dica elaborada pela nutricionista:
Luiza Miranda Campos – CRN: 9923